Utilização da Tabela FIPE para indenização do seguro.

Utilização da Tabela FIPE para indenização do seguro de veículos é feita pela maioria das seguradoras. Ocorre que no início de 2021 uma particularidade vem ocorrendo. Os veículos tinham uma depreciação de um ano para o outro, o que não se refletiu no período de janeiro a abril de 2021. A falta de insumos, reflete no aumento dos materiais e dos equipamentos,  consequentemente impactando no aumento de custo de produção dos veículo novos, que se reflete aumento dos veículos usados, culminado com a diminuição da oferta de usados, esses fatores impactam o mercado.

Tabela FIPE não está acompanhando mais a rápida valorização dos veículos usados. Essa tabela serve de referência para as indenizações de sinistros de seguros de automóveis com perda total para a modalidade valor de mercado referenciado (VMR). Assim, a defasagem acaba se refletindo nos valores das indenizações e muitos segurados são prejudicados, pois não conseguem comprar um veículo com o mesmo valor para repor sua perda. O problema é que a tabela de março, por exemplo, reflete o que ocorreu em termos de média ponderada até o dia 15 de fevereiro. “Com isso, a defasagem pode chegar até aos 15%” em alguns casos. Existem casos de veículos com seis meses de uso sendo vendidos por 5% a mais que o equivalente a zero km.

A metodologia de apuração da FIPE não consegue acompanhar as fortes e rápidas variações que estão acontecendo. Essas variações têm origem em vários fatores, como a paralisação de oito montadoras por conta do perigo de contágio dos funcionários, o mau desempenho de vendas, a escalada de preços de peças em dólar e alguns outros, que fizeram os preços dos novos dispararem e os veículos encalharem, criando em consequência aumento significativo no preço dos usados.

Os segurados podem recusar o valor da indenização se perceberem que não há como substituir os bens no mercado local e esta é a alternativa mais óbvia. “E é justamente aí que a assessoria dos corretores de seguros é primordial e faz toda a diferença”.

Nesse contexto, o corretor de seguros deve acompanhar semana a semana o assunto e, quando necessário (veículos mais novos), recomendar aos clientes que contratem a ampliação da Fipe pelo menos para 110%.

Também existe a possibilidade de contratar os seguros de automóveis na modalidade de VD (valor determinado), embora essa modalidade seja mais cara, quem contrata não enfrenta essa situação, já que foi livre a escolha do valor a segurar na contratação. Por outro lado a um ano atrás quem imaginaria que os veículos usados teriam valorização, no lugar da desvalorização natural pela utilização e desgaste do veículo.

Fica a dica para as próximas renovação ou contratações de seguros. Quer mais informações? Converse agora comigo pelo WhatsApp (35) 9 8898-4844

 

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